Uma morte que poderia ser evitada


Jandira Magdalena dos Santos Cruz saiu de casa no final de agosto para fazer uma aborto em uma clínica clandestina, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Tudo indica que faleceu.


Em muitos países do mundo Jandira teria acesso a um abortamento seguro, realizado por profissionais qualificados, exercendo o direito de opção em sua vida reprodutiva e sendo amparada no exercício deste direito de cidadania. Mas, no Brasil, Jandira teve que recorrer a uma clínica clandestina e submeter-se a um aborto realizado em condições inseguras e inadequadas.


Faleceu aos 27 anos. Seu corpo ainda não foi encontrado. E esse dramático episódio virou página policial, quando é, sobretudo, uma página lamentável da saúde reprodutiva das mulheres brasileiras.


O caso Jandira é um grave problema de direitos humanos em um contexto nacional de crescente perseguição criminal e fúria de fundamentalistas religiosos contra às milhares de mulheres que, diariamente, no Brasil recorrem ao aborto clandestino como única forma de exercer seu direito de opção de interromper uma gravidez não desejada.

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